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Um convite à unidade.

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Weslei Odair Orlandi Meu coração está inclinado à unidade. Quando li há alguns anos atrás o best-seller “Uma igreja com propósitos”, escrito por Rick Warren, fui tocado por uma explicação que ele dá sobre a existência de muitas igrejas. Deus ama a diversidade, argumentou ele. Pense por um momento se Deus tivesse feito o mundo usando apenas o amarelo. Seria um tanto quanto insosso cultivar um jardim com flores de várias qualidades. No fim das contas seria tudo amarelo. Mas Deus pensou em tudo e deu-nos de presente uma multiplicidade fantástica de cores com as quais podemos nos deliciar infinitamente. Eureka! Para mim essa analogia de Warren explicou tudo. Primeiramente, percebi que Deus nunca pretendeu nos chamar para a institucionalização do Reino, isto é, nunca quis que perdêssemos de vista a realidade do Salmo 133. Ele nunca quis privilegiar alguns em detrimento de outros. No entanto, o que se observa hoje – com as devidas exceções, é claro – é um movimento contrário, encabeçado por ...

Deus cuida de seus filhos

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Weslei Odair Orlandi Quanto mais leio a Bíblia, mais convencido e empolgado eu fico com alguns pontos fundamentais da natureza de Deus. Deus possui dois aspectos importantes na sua natureza que chamamos na teologia de atributos ou virtudes – atributos naturais e atributos morais. O que eu sei e acredito sobre Ele, sobre a maneira como se relaciona conosco e como devo me relacionar com Ele são pontos muito importantes nos processos da nossa fé. Isso é decisivo para cada um de nós. Este deve ser nosso ponto de partida nesse artigo e essa é a razão porque eu gostaria que você prestasse bastante atenção àquilo sobre o que vamos conversar hoje. Primeiro: Deus é onipotente – pode todas as coisas. Aliás, não crer na sua onipotência seria o mesmo que negar a sua existência. Segundo: Ele é onipresente – está em todos os lugares. Terceiro: Deus é onisciente – sabe todas as coisas. Qual é a relevância prática desses atributos divinos para nós seres mortais? Toda. Se Deus é Onipotente, então é tam...

Os profetas

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Ricardo Gondim Os profetas marcaram a história judaica por se oporem ao cerimonialismo religioso sustentado pela lógica sacrificial e pelo peleguismo sacerdotal. Eles forneceram conteúdos éticos à consciência política e ao tecido social. Os profetas encararam o rei para defender viúvas pobres. Amargaram a pobreza para denunciar desvios morais entre o povo. Os profetas eram moscas que atrapalhavam a sala do perfumista corrupto; suas palavras, martelos que despedaçavam corações de pedra; seus olhos, faíscas do fogo consumidor da justiça. Se vidas corriam perigo, não temiam descer em fossas fétidas. Não havia dinheiro que os comprasse. Os profetas desmascaravam personagens que ritualizavam a espiritualidade, desdouravam promessas de paz e caminhavam na contramão do sucesso. Os profetas detectavam os blefes do jogo do poder. De dedo em riste, saiam do palácio para clamar no deserto. Mesmo sabendo que não seriam ouvidos, insistiam em prenunciar os despenhadeiros que a falta de amor abria. P...

You are not alone.

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Ellen Caroline Valvassori I believe EVERYone feels lonely any time in life.And nobody likes to be lonely. That's why we have friends, and family. I'm sure I have good friends whom I can trust. But I cannot expect toomuch from them.No matter how much you trust your friends, how good they are,I'm sure I can say they can fail you, just because every human can fail.But there is one who will never fail, that one is God.In Hebrews 13:5 He says "Never will I forsake you, never will I leave you." Some of us are blessed with friends whom we can trust till death, whom we can tell 99.9% of our things, but even the best friends on earth canfail, because people are limited, they can't be with you as God can bewith you. People come and go, people can't always be there right whenyou need, and when they can, they can't always give the right answer,the right advice, or the right feeling of comfort you were expecting for.But God, who is the truth, said "I will neve...

O desafio de tornar-se semelhante a Jesus.

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Weslei Odair Orlandi “Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho” (Rm 8:29). Há nos evangelhos pelo menos duas outras grandes afirmações de Jesus que fazem coro a essas palavras de Paulo escritas aos Romanos (e também muitas outras em toda a Bíblia). São elas: Lucas 6:40 – “O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre”. João 14:12 – “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para o meu pai”. Porém é difícil imaginarmos como isso pode acontecer. Temos a tendência de nos desautorizarmos à prática dessa “aventura” enfatizando quem Ele é também a distância que há entre nós e Sua pessoa. Como posso tornar-me semelhante a Jesus? – indagamos esquivos – Ele é Todo-poderoso, Santo e divino; eu sou pó da terra, pecador e homem. Esse é o engano que me proponho a desfazer neste artigo. Podemos sim –...

Destino - visão grega e judaico-cristã

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O Destino* é uma divindade cega, inexorével, nascida da Noite e do Caos. Todas as outras divindades estão submetidas ao seu poder. Os Céus, a Terra, o Tártaro e os Infernos estão submetidos ao seu poder. Suas resoluções são irrevogáveis. Em resumo, o Destino é essa fatalidade segundo a qual tudo acontece no mundo. Os destinos individuais ou coletivos podiam ser consultados pelos deuses, mas não alterados. Para demonstrar sua inflexibilidade, os antigos o representavam por uma roda que prende uma corrente, no alto da roda uma grande pedra e, embaixo, duas cornucópias com pontas de lança. Só os oráculos podiam entrever e revelar o que estava escrito no livro do Destino. (Márcio Pugliesi em " Mitologia greco-romana, arquétipos dos deuses e heróis ", pág. 37-38 - Ed. Madras) * A cosmovisão judaico-cristã, neste ponto, difere radicalmente do mundo helênico. Tanto para o judaísmo como, posteriormente o cristianismo, não existem fatos inevitáveis. Tanto no AT quanto no NT há sempre ...

Suplício de tântalo.

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Na mitologia grega , Tântalo foi um mitológico rei da Frígia ou da Lídia , casado com Dione . Ele era filho de Zeus e da príncesa Plota . Segundo outras versões, Tântalo era filho do Rei Tmolo da Lídia (deus associado à montanha de mesmo nome). Teve três filhos: Níobe , Dascilo e Pélope . Certa vez, ousando testar a omnisciência dos deuses, roubou os manjares divinos e serviu-lhes a carne do próprio filho Pélope num festim. Como castigo foi lançado ao Tártaro , onde, num vale abundante em vegetação e água, foi sentenciado a não poder saciar sua fome e sede, visto que, ao aproximar-se da água esta escoava e ao erguer-se para colher os frutos das árvores, os ramos moviam-se para longe de seu alcance sob força do vento. A expressão suplício de Tântalo refere-se ao sofrimento daquele que deseja algo aparentemente próximo, porém, inalcançável, a exemplo do ditado popular "Tão perto e, ainda assim, tão longe". Houve outros personagens com o nome Tântalo: um rei de Pisa no Pelo...

Perdi a fé, mas não sou incrédulo.

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Sem qualquer constrangimento, sem medo, saio do armário e confesso publicamente: Perdi a minha fé. Perdi a fé em um Deus que precisa de pilha para mover o braço. Perdi a fé em um Deus que recusa atender qualquer petição enquanto não houver santidade total. Perdi a fé em um Deus que só opera nas micro-realidades. Perdi a fé em um Deus discriminatório. Perdi a fé, mas não sou um incrédulo. Ganhei uma nova fé que celebra a imanência de Deus. Ganhei uma nova fé que bendiz a compreensibilidade de Deus. Ganhei uma fé que não espera por intervenções divinas. Creio que os valores do Reino são suficientes para que eu atravesse a vida sem perder a alma. Ganhei uma fé que não tem expectativas de favoritismo. Estou feliz pela fé que perdi, mas esfuziante com a nova fé que ganhei. (Ricardo Gondim em " Direto ao ponto - ensaios sobre Deus e a vida ", pág. 103-106 - Doxa)

Fé.

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Como não consigo varrer para debaixo dos tapetes misteriosos da teologia, as respostas que preciso dar a mim mesmo, iniciei uma nova jornada para entender o significado da fé. 1. Fé não significa, para mim, uma força projetada na direção de Deus que o induz a agir. 2. Fé já não significa, para mim, uma senha que escancara as janelas das bênçãos celestiais. 3. Para mim fé significa acreditar que os valores, os princípios e as virtudes do Evangelho bastam para que eu enfrente a vida com todas as suas vicissitudes. 4. Fé significa, para mim, que o Espírito de Cristo dá gana de olhar para história com coragem, sem precisar apelar para o mágico, para o feitiço e para o sobrenatural. Por causa da fé não pedimos para ser poupados da dor. 5. A fé bíblica convoca que andemos nas pegadas de Jesus e não encolhamos diante do patrulhamento religioso, da perseguição e da morte, impostos pelos regimes imperialistas. 6. Fé significa, para mim, a possibilidade de rebelião contra o " status quo ...

Ações que se eternizam

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Weslei Odair Orlandi Viver é uma dádiva divina. Em Deus existimos, vivemos e nos movemos. Por isso indagar se vale a pena viver é claramente descabido, mas e quanto ao que estamos vivendo? Vale a pena? Penso que algumas das nossas ações do dia a dia estão mesmo destinadas a não se tornarem perenes. Ao contrário disso, serão eternamente efêmeras (se é que esse paradoxo faz algum sentido). Por exemplo, daqui a um século que diferença fará se fui calvo ou se ostentei uma bela cabeleira? Que diferença fará se fui considerado pelos padrões de beleza bonito ou feio? Que diferença fará se andei a pé ou se usufrui dos confortos de uma Ferrari? Que diferença fará se paguei aluguel ou fui dono de um castelo? Creio que não fará diferença alguma! Se fui rico ou pobre, branco, negro ou amarelo, letrado ou iletrado, se conheci lugares pitorescos ou se nunca cruzei as fronteiras do meu estado... Nada disso importará mais. Dentro de alguns anos todas essas coisas haver-se-ão destruídas por si mesmas. ...

Pastor, não psicólogo.

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Quando alguém vai até o pastor, não está procurando um psicólogo, mas um pastor. É grande a frustração quando, em vez de pernetrar nos labirintos da alma humana e conduzir as ovelhas de Cristo no caminho da comunhão e da reconciliação, o pastor envereda por conversas, perguntas e preocupações que nenhuma relação têm com a oração, com Deus e com a vida outorgada a ele. (Eugene Peterson em " A vocação espiritual do pastor ", pág. 9 - Ed. Textus)

Encarnação

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Alysson Amorim Rasgar o mar com a adaga flamejante de um general; arrepender-se; fazer de uma mulher matéria-prima para um bloco salino – tais são operações impossíveis a um Ser eterno. A mulher corre, olha para trás e é acorrentada ao solo, toda dura e toda branca como eram seus dentes. A operação, se ao final paralisa, tem um final e tem uma gênese – é uma operação realizada na delirante sucessão a que chamamos tempo. Do mesmo modo, o arrependimento implica a negação de um momento em outro e a mão que feriu o mar foi a mesma que fechou a ferida em um segundo momento. A eternidade, conforme concebida pelos homens, não é em nenhuma de suas variações a mera agregação de passado, presente e futuro – é, na sentença de Borges, “algo mais simples e mais mágico: é a simultaneidade desses tempos.” Na eternidade a sucessão não existe. Deus, enquanto Ser eterno, vê-se impedido de vestir a capa do general; sofre da terrível limitação que lhe impõe a eternidade. Criou os homens a sua imagem e se...

Seminário Teológico Trindade.

No dia 29 de junho de 2009 , no templo da Igreja do Evangelho Pleno, estaremos realizando a assembleia de fundação do Seminário Teológico Trindade em Umuarama - Pr. Os interessados em participar dessa conquista devem estar presentes no local às 20 horas .

Ocupação e tédio.

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O grande paradoxo de nosso tempo é que muitos de nós estamos ocupados e entediados ao mesmo tempo. Enquanto corremos de um evento a outro, indagamos, no fundo de nosso ser, se realmente algo está acontecendo. Enquanto dificilmente conseguimos dar conta de nossas muitas tarefas e obrigações, não estamos tão certos de que isso fará, afinal, qualquer diferença caso não façamos nada. (Henry Nowven em " Tudo se fez novo ", pág. 33 - Ed. Palavra)

Porque Deus não é o número 1.

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Weslei Odair Orlandi Por muito tempo eu ensinei que Deus deve ser o número 1 da minha vida e que todas as coisas devem se tornar secundária. Mudei de ideia. Não penso mais assim e, portanto, não vou ensinar mais que o topo da lista deve ser o lugar de Deus em nossas vidas. Não se assuste. Não abandone a leitura desse artigo e, por favor, não tire conclusões precipitadas. Eu explico por que. Eugene Peterson diz que nós mudamos as palavras e então elas nos mudam. Isso vale também para os conceitos. Se nós os mudamos eles também nos mudam. O problema de vivermos essa lógica matemática (Deus primeiro e depois outras coisas) é que passamos a ver tudo como uma hierarquia, uma pirâmide. Se colocamos Deus no topo, o que isso realmente significa? Quanto tempo vamos dedicar a ele antes de podermos cuidar das outras coisas? Deus não pode ser o número 1 da nossa vida porque ele não quer ocupar apenas um espaço de nós – neste caso, o topo da lista. Mesmo que pudéssemos dar a ele o maior pedaço da n...

Salvos da perfeição.

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Deus de tão perfeito conheceu a plenitude do tédio. De tão cercado pelo idêntico a si mesmo, incapaz de dizer por que hoje não é apenas um reflexo de ontem, sem jamais ter sonhado com um outro dia, enfadado com a previsibilidade de um mundo impecável, inventou o amor. Ou seria, preferiu amar? A invenção do amor, ou dos amigos, é o encontro com o imperfeito e aqui está a sua grandeza. Nada se compara ao êxtase da imaginação, à adrenalina do inusitado, ao ciúme diante do livre amante, à ardência do anseio pelo melhor, ao sabor fugidio do fugaz, à satisfação de um mundo transformado, ao descanso gostosamente dolorido diante do que não mais é caos. Sensações próprias da vida imperfeita, do que está para sempre para ser, dos que sempre podem desejar uma outra coisa. Dos humanos. Logo depois de inventar o imperfeito, Deus conheceu a lágrima da frustração. A dor mais feliz que espíritos livres sentem. Viu as costas dos que mais amou. Duvidou sem desistir, o Criador chorou mais uma vez. Desta ...

A ordem é recomeçar.

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Weslei Odair Orlandi Uma das tarefas mais difíceis é recomeçar. Difícil, pois exige que voltemos ao ponto onde tudo aconteceu, que voltemos ao momento em que a tristeza tomou o lugar da alegria, que percorramos de novo os mesmos caminhos, olhemos para os mesmos horizontes, gastemos tudo de novo, sintamos as mesmas canseiras, enfrentemos os mesmos desafios, sepultemos o velho para dar lugar ao novo. Recomeçar é ter de retornar ao lugar onde tudo deu errado, onde os sonhos foram frustrados, os projetos abandonados, a vida interrompida. É admitir em alguns casos que errou, que não foi esperto o suficiente, que não soube ouvir conselhos, que não soube a hora de avançar, de recuar, de esperar. Enfim, recomeçar é ter de ver outras pessoas nos ultrapassando e deixando para trás apenas um rastro de poeira. A verdade, porém, não pode ser ocultada: todos nós precisamos recomeçar muitas coisas em muitas áreas da nossa vida. Desde a vida com Deus que foi preterida até o casamento malfadado, tudo –...

Contingência e o voo 447

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Ricardo Gondim O mundo está em choque. De novo a contingência mostra sua cara na tragédia do vôo da Air France. Vale lembrar: contingência significa que os acontecimentos não são sempre necessários. Quando ocorre alguma coisa sem uma razão que a explique ou justifique. Contingência gera imprevisto; fatos que escapam à engrenagem da causa e do efeito. Um avião cai porque o mundo é contingente, não porque tenha sido vítima do destino ou de um plano de Deus. Diz-se no senso comum que as pessoas só morrem quando chega a hora. Caso isso fosse verdadeiro, o destino reuniu em uma aeronave as pessoas que deveriam morrer naquele dia. Isso daria à fatalidade um poder apavorante. Impossível pensar que gente de mais de trinta países entrou no vôo 447 sem saber que obedecia a uma força cega, que determinava aquele como o último dia de suas vidas. Igualmente, acreditar que Deus permite a queda do avião porque tem algum propósito, soa esquisito. Cada pessoa, com histórias, projetos, sonhos, foi arran...

Deus se alegra.

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Deus se alegra. Não porque os problemas do mundo tenham sido resolvidos, não por causa do fim da dor e do sofrimento humano, nem porque milhares de pessoas se converteram e agora estão louvando sua bondade. Não, Deus se regozija porque um de seus filhos que estava perdido foi achado. (Henri Nowen, citado por Philip Yancey em " Alma sobrevivente ", pág. 326 - Ed. Mundo Cristão)

O bem mais perdido.

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... NAS PERDAS DO BEM há mais e menos; há bens mais perdidos, e bens menos perdidos. O bem perdido menos perdido é aquele que depois de perdido se pode recuperar: o bem mais perdido e totalmente perdido, é aquele que perdido uma vez, não pode recuperar-se. Perde um homem a Deus, e perde o tempo: qual é maior perda? Em razão de bem é Deus, em razão de perdido é o tempo; porque Deus perdido pode recuperar-se; o tempo perdido não se pode recuperar. Padre Antônio Vieira em " Discurso Primeiro ", Sermões, Lello e Irmãos, Volumes XIII -XV, pág. 634