O professor do presente e do futuro.

on sexta-feira, 29 de junho de 2012


Weslei Odair Orlandi



Chegamos ao século XXI e com ele todos foram colocados frente a frente com as realidades do presente e os desafios do futuro. Em todos os setores da vida novos avanços, métodos e conceitos chegam a cada instante para tomar o lugar do tradicional, e, não poucas vezes, disfuncional.
            Na área da educação não é diferente. As revoluções de mídia e os conceitos inovadores de ensino-aprendizagem também vieram para ficar. Todas as coisas estão sendo trocadas, e os métodos focados na pessoa do professor também.
            Hoje, ainda temos a presença quase que generalizada de professores a moda antiga. Estes são aqueles que não abraçaram definitivamente – muitos nem mesmo parcialmente – as novas tecnologias e dinâmicas de ensino. De acordo com José Manuel Moran “os modelos de ensino focados no professor continuam predominando”. E acrescenta: “Os alunos estão prontos para a multimídia, os professores em geral, não”. Essa é a realidade incontestável e também o maior desafio que têm diante de si. O descompasso, entretanto, entre as novas tecnologias e as tradições elencadas pelos educadores tradicionais não tem deixado de cobrar seu alto preço. Segundo Moran “muitos professores têm medo de revelar sua dificuldade diante do aluno (...) percebem que precisam mudar, mas não sabem como fazê-lo, e não estão preparados para experimentar com segurança”.
            O professor com vistas para o futuro, entretanto, não pode resignar-se. Ensinar é um processo complexo, dinâmico e em franca modificação. Com a ascensão das novas tecnologias o educador contemporâneo e que não pretende ficar preso ao passado deve ir à busca do “novo”. A nova sociedade e seus novos alunos interconectados não suportarão mais em pouco tempo aqueles que não são atraídos por novas ideias, que não transmitem competência tanto no trato quanto também no uso das possibilidades virtuais. O novo professor do século XXI será aquele que abrir mão do uso dos métodos tradicionais para aderir ao fascinante mundo das tecnologias de comunicação. Assim, ele estará não só se posicionando em definitivo no novo século e milênio, mas também ampliando suas atribuições alem de cooperar com as expectativas e necessidades do novo aluno.

Os sonhos nossos de cada dia.

on quarta-feira, 27 de junho de 2012


Weslei Odair Orlandi



Fala-se muito sobre sonhos, mas sabe-se pouco sobre eles. Sabemos, por exemplo, que sonhar é bom – mesmo que às vezes acordemos aos gritos, molhados de suor e apavorados por causa deles. Mas não sabemos ao certo quem são e nem de onde vêm. Quem sonha recorda momentos que não deveriam ter acabado e revê entes queridos que já não habitam mais o mundo dos vivos. Os sonhos são bem vindos porque levam o sonhador a patamares de vida e realização doutra sorte impraticáveis. Quem sonha pode, ainda que por alguns minutos, sentir-se bonito, alto, magro, rico, popular; nos sonhos cantamos afinados, discursamos e arrancamos aplausos. Nos sonhos nos emocionamos e experimentamos sensações de prazer inauditas. Fernando Pessoa estava certo quando afirmou que “matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma [e que] o sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso”.
Arrisco ainda a dizer que os sonhos são um dos poucos acontecimentos da vida que permitem a todos os mesmos privilégios sem cobrar nada por eles. Durante os sonhos só há uma situação que diferencia sonhadores pobres de sonhadores ricos: o quarto, a cama e o travesseiro sobre o qual repousam suas fábricas imaginativas.
Quando criança sonhei com doces, aventuras, travessuras, amores, viagens, mansões com belíssimos cômodos e com muitas outras coisas que já nas primeiras horas do dia seguinte não era capaz de lembrar. Hoje, mesmo dormindo tarde e levantando cedo, continuo sonhando. Ainda sonho os sonhos de menino – às vezes sonho que ainda sou menino -, mas já não me impressiono ou sonho acordado com os sonhos que sonhei dormindo. Meus sonhos agora são mais densos, sisudos, complexos e retrospectivos (não que eu tenha deixado de sonhar com o futuro). Na verdade, de uns anos para cá, passei a priorizar outros sonhos. Daqueles que você sonha acordado. Sabe como é. Sonho agora com entregar um diploma nas mãos de meus filhos (já que não tenho mais tanto “tempo” (leia-se: dinheiro) para colocá-los em minhas próprias mãos), com ter minha casa própria, com ter uma poupança (ainda que não muito gorda), com poder trabalhar sem dores nas costas e, quem sabe, chegar à velhice, conhecer meus netos, poder ajudar amigos e estranhos; sonho também em poder deixar aos filhos e netos algo com que possam levar a vida com menos dificuldades que eu.
Sonhos assim parecem tolos e irrealizáveis. Tudo bem. Eu sei que muitos sonhos são neblina e que no máximo deixarão algumas gotículas quase que microscópicas nas superfícies que tocarem. Mas não vejo porque deveria parar de sonhar assim só por causa das impossibilidades. Vejo nos sonhos, se não uma semente fecunda, ao menos um estimulante que, forte, abundante, decidido, me faz levantar a cabeça, reconduzir os ombros pensos ao seu devido lugar e avançar alguns passos mais.
O mais forte e inegável disso tudo é que, nos sonhos não vejo apenas ladeiras perigosas e ameaçadoras. Neles sinto-me forte outra vez, e nesse instante quase celestial, desenvolto, sinto que os meus portentosos e tantálicos desejos são, ainda que metaforicamente, tangíveis e estranhamente possíveis. Não tenho a ilusão de que muita coisa mude por causa dos meus onirismos, mas mesmo assim deixo aqui meu conselho quase que delirante: sonhem; sonhem dormindo; sonhem acordados. Afinal, é sonhando que ricos, pobres, negros e brancos, extasiados e embevecidos, receberão alegria, energia e esperança; estes sim, a verdadeira porção nossa de cada dia.


O erro de fazer a coisa certa.

on sexta-feira, 22 de junho de 2012


Weslei Odair Orlandi 

Houve um tempo em que para ser socialmente aceito era preciso ser politicamente correto. Hoje em dia, para o alívio de muitos, não é mais assim.  Afinal de contas, com a valorização da inversão de valores onde o politicamente incorreto parece ser mais interessante e popular do que o contrário disso, quem é que quer viver se policiando e procurando andar na linha?
Que se dane a ortodoxia – principalmente a cristã – com sua exatidão e fidelidade a princípios outrora tão venerados. Estamos no século XXI. Viva o pragmatismo! Esse sim, é um “cara” legal, sem frescuras, descolado...
Antigamente (ah, essa palavra – argh!) o segredo de um sucesso era a integridade das coisas. Hoje, famílias, sentimentos, empregos, vidas e opiniões não dependem mais disso. Com o advento das ciências tecnológicas, com o desvendamento do genoma humano, com a liberação sexual, com conquistas espaciais cada vez mais ousadas e tantas outras evoluções, quem precisa ficar se estressando com pontos e vírgulas que guardiões sucateados da moralidade espalham nos caminhos da pós-modernidade?
O cômico, entretanto, é que pensar assim pode não ser tão promissor. Concordo com o Paulo Brabo quando diz que às vezes “a relação dos cristãos com a ortodoxia permanece primordialmente idolátrica – ortodoxolatria –” (por zelo, exageramos um pouco), mas nem por isso devemos pensar que divórcio, aborto, suicídio, homossexualismo, sexo antes do casamento e fora dele, mentira, sonegação, drogas, afrouxamento ético e tantas outras atividades do mundo moderno devem ser acoplados ao dia a dia de qualquer pessoa que seja.
É por tudo estar assim, tão moderno e relativizado, que as clínicas psiquiátricas, psicológicas, de aconselhamento e de recuperação estão cada dia mais movimentadas; isso sem levar em conta os manicômios e presídios com super populações. Fomos seduzidos pela relativização dos absolutos; abrimos mão da vergonha, da distinção entre certo e errado; deixamos de corar diante de situações embaraçosas e agora, livres, modernos, civilizados, estamos a um passo de não termos mais as rédeas nas mãos. 
Ser diferente, revolucionar e transmutar marcos carcomido pelo tempo em posicionamentos não convencionais tem o seu glamour, mas também cobra seu preço. A lei do “importante é ser feliz” sancionada pelos defensores da liberdade humana parece não ter levado em conta que todo individuo, religioso ou não, possui em seu interior fios invisíveis que o unem a Deus e que este, por sua vez, continua repudiando estilos de vida fabricados pela mente obscurecida do seu arquiinimigo (ele mesmo!).
A verdade (absoluta) é que nós não estamos sozinhos; não somos donos da nossa vida (quem quiser que não goste disso); não somos oriundos de uma fecundação espontânea com escala na terra e destino para lugar nenhum.
O que muita gente chama de rótulo fundamentalista; o que muitos querem suavizar para não ter de aceitar; o que muitos lutam para transformar numa simples performance humana e, a todo custo querem tornar ridículo, na verdade é o lastro que século após século tem sustentado e possibilitado uma existência humana digna e socialmente possível.
Não sejamos, portanto, colonizados pelo engano, pelo modernismo irreflexo e por mentes doentes que não sabem perceber limites. Não cultuemos e muito menos aceitemos o compasso das multidões. Pureza de motivos, desapego às coisas perecíveis, amor incondicional, renúncia, perdão, virtude, sensatez, temor e muitos outros princípios inegociáveis foram no passado, são hoje e, no futuro continuarão sendo, critérios essenciais e muito bem vindos.
Ser moderno, convenhamos, não tem a ver com sujeitar-se à tirania dos sem noção, foras-da-lei inconsequentes e amigos da insensatez. Ser moderno, ao contrário, é admitir, por ser dotado de lucidez, que bom mesmo é poder dormir tranquilo sabendo que portas e janelas estão bem trancadas e deixando de fora ladrões e amantes do mal.
Assim, o erro de fazer a coisa certa continua sendo o único erro certo. Afinal de contas, certo que é certo, sempre luta pelo certo, mesmo que ele seja a opção das minorias.



Por que falamos tão pouco sobre Maria?

on sexta-feira, 15 de junho de 2012


Weslei Odair Orlandi


Católicos e evangélicos possuem vários pontos de discordância, mas nenhum deles causa maior tensão e distanciamento que a "intercessão de Maria". Afinal, Maria é ou não é intercessora? É ou não é lícito pedir o que quer que seja a ela?


Como não é propósito meu tecer argumentos teológicos sobre o assunto neste momento (basta registrar aqui que a respeitamos, amamos e a temos como exemplo de submissão, coragem e dedicação ao serviço), convido-o a ler o diálogo abaixo e tirar as suas próprias conclusões:

"Uma senhora analfabeta foi ao médico e depois de realizar alguns exames ouviu do médico o seguinte:
- A senhora é crente, não é?
- Sou, sim - respondeu ela.
- Eu gosto muito de crente; só tem um problema: eles falam muito de Jesus, mas pouco de Maria.

(Silêncio)

- Doutor, posso fazer uma pergunta? - falou a senhora, retomando a conversa.
- Sim.
- Se quando eu chegasse aqui sua secretária me dissesse que você não estava, mas que sua mãe sim, acha que eu iria querer ser atendida por ela?
- Claro que não - ponderou o médico - quem fez medicina não foi ela; fui eu.
- Pois é, doutor. Digo o mesmo: quem morreu na cruz por mim foi ELE e não ela".


FONTE: www.maispertodedeus.tumblr.com

O verdadeiro Cristo dos cristãos verdadeiros.

on quinta-feira, 14 de junho de 2012


O cristianismo é mais ou menos vultoso dependendo de como se crê a respeito de Jesus.
John Stott em seu último livro “O discípulo radical” cita J.I. Packer que escreveu o seguinte: “somos cristãos pigmeus porque temos um deus pigmeu” e, acrescenta: “somos cristãos pigmeus porque temos um Cristo pigmeu”. A seguir, Stott prossegue: “atualmente, por exemplo, encontramos o Jesus capitalista competindo com o Jesus socialista. Há também o Jesus asceta se opondo ao Jesus glutão. Sem falar nos famosos musicais – Godspell, com o Jesus palhaço, e Jesus Cristo superstar. Existiram muitos outros. Porém, todos eram distorcidos e nenhum deles merece nossa adoração e culto. Cada um é o que Paulo chama de “outro Jesus”, diferente do Jesus que os apóstolos proclamaram”.
Uma das principais bandeiras do cristianismo bíblico-reformado foi assim resumida: SOLUS CHRISTUS. Ou seja, Cristo é o tudo em todos da fé bíblica e a eficácia da pregação e do testemunho da nossa crença no cristianismo provém do modo como cremos nele.
Isso é tão fundamental que o próprio Jesus certo dia perguntou aos seus discípulos: “Quem o povo diz que eu sou?” (Marcos 8.27 – NVI). Responder corretamente a essa pergunta e dizer “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16.15 – NVI), como aconteceu com Pedro naquele momento, requer um insight divino: “feliz é você, Simão, filho de Jonas! Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu Pai que está nos céus.” (Mateus 16.17 – NVI).
Uma das grandes defesas que Paulo fez em favor dos cristãos colossenses foi justamente sobre quem é o Cristo dos cristãos. Nenhuma doutrina foi mais atacada desde os seus primórdios até os tempos modernos do que a doutrina de Cristo. Por isso como diz o Rev. Hernandes Dias Lopes “Paulo coloca o machado da verdade na raiz da heresia” e sem pestanejar conduz a verdade cristã sobre Cristo ao seu lugar de destaque:
“Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criação, pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste. Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a supremacia. Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude, e por meio dele reconciliasse consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra quanto as que estão nos céus, estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz.” (Colossenses 1.15-20 – NVI).
Carecemos hoje, e muito, de uma maior clareza sobre o Cristo das Escrituras. É lamentável ter de admitir que a superficialidade do conhecimento dos cristãos sobre o verdadeiro Cristo persiste e vai muito além do que devia tornando-o forçosamente num Cristo liberal, amante das contas bancárias nebulosas, tolerante com os descaminhos de líderes inescrupulosos e principalmente, ávidos por espetáculos e marketings de quinta categoria. Necessitamos de maior lucidez e de fundamentos mais sólidos sobre quem é Cristo, qual a posição que ele ocupa, o que temos nele, e o que ele requer de nós.
Saber que “em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade” e que “por estarem nele, que é o Cabeça de todo poder e autoridade, vocês receberam a plenitude” (Colossenses 2.9-10 – NVI) é apenas o começo de uma longa jornada de bênçãos e privilégios inestimáveis. Ainda mais confortador e encorajador nessa busca pelo verdadeiro Cristo é que ele mesmo desafia e promete:
“Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”. (João 7.37-38 – NVI).
Assim:
“SOLUS CHRISTUS HOJE; SOLUS CHRISTUS AMANHÃ; SOLUS CHRISTUS SEMPRE”.

MINHA GRATIDÃO!

on quarta-feira, 13 de junho de 2012



NO DIA DO PASTOR FUI SURPREENDIDO POR HOMENAGENS QUE VÃO MUITO ALÉM DO QUE MEREÇO: JOGRAIS, PEÇA TEATRAL, COREOGRAFIA, DOCUMENTÁRIO, PRESENTE, E, PRINCIPALMENTE, CARINHO DAS OVELHAS!!! 


MINHA ESPOSA, MEUS FILHOS E EU ESTAMOS MUITO GRATOS A DEUS POR CADA UM DE VOCÊS. OBRIGADO.

OBRIGADO A TODOS QUE SEMPRE ME APOIARAM, ORARAM POR MIM E TÊM ME SUPORTADO NAS MUITAS IMPERFEIÇÕES.

A VOCÊS MEU CARINHO SINCERO. MINHA GRATIDÃO ETERNA:

A DEUS, O BONDOSO, O CAPACITADOR, O AMIGO, O SENHOR...

IPR DE ALTÔNIA, SÃO JORGE DO PATROCÍNIO, PÉROLA, ELISA, ESPERANÇA NOVA;          UMUARAMA: XETÁS, SEDE, PATRIMÔNIO, OURO BRANCO, OURO PRETO, LOS ANGELES, LOVAT, ALVORADA, JABOQUE E LOVAT.

IGREJA DO EVANGELHO PLENO EM UMUARAMA E XAMBRÊ.

IPR DE GUAÍRA!!

 PASTORES ADMIR RIQUETTO, JAIR RODRIGUES E LAÉRCIO VALVASSORI.

AOS MEUS PAIS, IRMÃOS, ESPOSA, FILHOS, SOGROS, TIOS, PRIMOS, AVÓS, AMIGOS...






O DISCÍPULO RADICAL - JOHN STOTT

on quarta-feira, 6 de junho de 2012

Recentemente o mundo cristão perdeu um de seus maiores nomes na atualidade. John Stott deixou, entretanto, um legado fantástico. Seu último livro, publicado pouco antes de sua morte foi "O Discípulo radical".
Este livro apresenta oito características do discipulado cristão que são comumente esquecidas, mas ainda precisam ser levadas a sério: inconformismo, semelhança com Cristo, maturidade, cuidado com a criação, simplicidade, equilíbrio, dependência e morte. Com um texto profundamente bíblico, tocante e de fácil leitura, o autor mostra a essência do que significa ser um discípulo radical.

Recomendo a leitura deste livro, bem como a de todos os demais livros de John Stott. Cito aqui alguns dos seus melhores (há muitos outros): A cruz de Cristo; Ouça o Espírito, ouça o mundo; Cristianismo básico; O perfil do pregador; Batismo e plenitude no Espírito; A missão cristã no mundo moderno e etc.

LIVRO: O discípulo radical.
AUTOR: John Stott
PÁGINAS: 119
EDITORA: Ultimato

Isto sim é evolução!

on terça-feira, 5 de junho de 2012


ISTO SIM É EVOLUÇÃO: NEGAR-SE A SI MESMO!



CINQUENTA TONS DE CINZA - E. L. JAMES

on domingo, 3 de junho de 2012

"Cinquenta tons de cinza" é o novo sucesso editorial que todo mundo está lendo. Desde que foi lançado nos EUA, em março deste ano, já vendeu mais de 10 milhões de exemplares em apenas 6 semanas. O sucesso da trilogia (os outros 2 volumes são: Cinquenta tons mais escuros e Cinquenta tons de liberdade) da escritora E.L. James se dá ao fato de que trata explicitamente de práticas sexuais nada ortodoxas (leia: sadomasoquistas). No Brasil a trilogia deverá ser lançada até o mês de agosto.

A escritora que não esperava tamanho sucesso atirou num esquilo e acertou num elefante. Claro, pois afinal de contas, é de sexo, volúpia e descrições detalhadas que o povo gosta!

Infelizmente este livro contribuirá para que mais pessoas se percam, mais pecados sejam praticados e centenas de dólares, euros, reais e outras moedas circulem em benefício da safadeza.

Sei que meu grito será minúsculo. Mas, ainda assim: "EU PROTESTO".

Não leia estes livros. Não gaste seu dinheiro à toa. Não ame e, principalmente, não se conforme com este mundo.

"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam." - 1 Coríntios 10.23

"Não se associem com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto, até dizê-lo é torpe." - Efésios 5.11-12.

O SILÊNCIO - Shusaku Endo.

on sábado, 2 de junho de 2012



“Profundo conhecedor dos dramas do ser humano, Shusaku Endo revela em seus romances não só a angústia da fé, como também a busca dos homens pela misericórdia de Deus. Em O Silêncio, seu mais aclamado romance, ele narra a saga de missionários católicos no Japão do século XVII, um período em que cristãos japoneses eram brutalmente oprimidos. A partir de cartas reais, Endo delineia o silêncio duro e sufocante ao qual tanto jesuítas quanto cristãos foram submetidos. Eles foram perseguidos, torturados e forçados a escolher entre se calar eternamente mantendo sua fé ou abandonar as suas crenças vivendo em eterno silêncio”.


Um livro para ser lido em silêncio profundo; com olhos lacrimejantes. Li e o recomendo a todos!


Livro: O SILÊNCIO.
Autor: Shusaku Endo
Editora: Planeta Literário
282 páginas.