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Arrependo-me porque fui perdoado.

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O pecador salvo está prostrado em adoração, perdido em assombro e louvor. Ele sabe que o arrependimento não é o que fazemos para obter o perdão; é o que fazemos porque fomos perdoados. Ele serve como expressão de gratidão em vez de esforço para obtenção do perdão. Portanto, a sequência: perdão primeiro e arrependimento depois (e não arrependimento primeiro, perdão depois) é crucial para a compreensão do evangelho da graça. (Brennan Manning em " O evangelho maltrapilho ", pág. 75 - Ed. Mundo cristão)

Pérolas extraídas de "O evangelho maltrapilho".

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1. O demônio meridiano da vida cristã é a tentação de perder o eu interior enquanto preservamos a casca externa de comportamento edificante. Descubro de repente que estou ministrando a vítimas da AIDS apenas para enriquecer meu currículo. Vejo-me renunciando a sorvete durante a quaresma porque preciso emagrecer uns quilinhos. Solto dicas sobre a absoluta prioridade da meditação e da contemplação para gerar a impressão que sou um homem de oração. Em algum momento não lembrado perdi a conexão entre a pureza interna do coração e as obras exteriores de devoção. No sentido mais humilhante da palavra, tornei-me um legalista. Caí vítima do T.S. Eliot chama de "o maior pecado de todos": fazer a coisa certa pelo motivo errado. (pág. 136) 2. Na adoração de domingo, como em toda dimensão da nossa existência, muitos de nós fingimos acreditar que somos pecadores. Consequentemente, tudo que podemos fazer é fingir acreditar que fomos perdoados. Como resultado, toda nossa vida espiritual é p...

Para 2010 há bons e maus conselhos: a escolha é sua.

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Weslei Odair Orlandi Todos os fins de ano são parecidos. Quando avistamos dezembro somos tomados por um sentimento de dever cumprido; desaceleramos, realizamos balanços, fazemos as pazes com a balança para não termos de nos sentir culpados com os excessos que certamente virão, recebemos o décimo terceiro salário, pagamos contas antigas, viajamos, recebemos parentes em casa, vamos às compras (alguns preferem esperar pelas liquidações), fazemos planos para o ano novo... Ah, os planos! Como bons brasileiros, somos teimosos, esperançosos, otimistas; não desistimos nunca. O fim de um ano difícil jamais é tido como prenúncio de dias ainda mais críticos; sempre estamos no aguardo de dias melhores. Isto é saudável e está inclusive de acordo com a Bíblia. No livro de Eclesiastes somos desafiados a isso mesmo, afinal de contas “ quem está entre os vivos tem esperança ” (Ec 9:4). Outra presença indispensável no final de ano é a dos conselhos e dicas de auto-aju...

É natal, e daí?

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Weslei Odair Orlandi Parece que o natal anda chegando mais cedo do que esperávamos. Lembro-me de quando era criança e ele demorava uma eternidade para se repetir. Quando finalmente o mês de dezembro era anunciado começavam os preparativos, os primos em férias que vinham para casa, os comes e bebes; o refrigerante voltava à mesa, as luzes, os presentes, o parque na cidade, as peças teatrais sobre o nascimento de Jesus. Doces lembranças de quando o natal era mesmo uma data muito especial. Hoje, parece que ele já não encanta tanto. Também, parece que foi ontem que falávamos dele e agora já o temos à nossa frente de novo. Mas, enfim, é natal outra vez, e daí? Mais um ano se foi, águas turbulentas passaram sob pontes teimosas que não se deixaram sucumbir. Todo ano é a mesma coisa: canções alegres, luzes coloridas, comércio em ebulição, papai noel roubando a cena, viagens, encontros, reencontros... Acho que está na hora de aprendermos uma nova maneira de pensar sobre o ...

O homem, o barril e o abismo.

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Esta é a história de um homem que chegou à beira de um abismo. Enquanto ficava lá pensando o que faria em seguida, o homem surpreendeu-se ao ver uma corda bamba esticada sobre o abismo. E devagar, com segurança, vinha pela corda um acrobata empurrando antes de si um barril com outro artista dentro. Quando chegaram finalmente à terra firme, o acrobata sorriu diante do espanto do homem. - Você não acredita que consigo fazer de novo? - perguntou ele. - Mas claro, com certeza acredito que você consegue - respondeu o homem. O acrobata perguntou novamente, e quando a resposta foi a mesma, ele apontou para o barril e disse: - Tudo bem. Então, entre no barril que eu o levo para o outro lado. Pergunta: O que o viajante fez? Aliás, é exatamente essa a pergunta que devemos fazer a nós mesmos a respeito de Jesus Cristo. (História de Morton Kelsey, citado por Brennan Manning em " O evangelho maltrapilho ", pág. 176-177 - Ed. Mundo Cristão).

A fábula do porco-espinho.

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Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Sem alternativa, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram. Moral da História O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com a individualidade do outro, e a aquecer-se nas coisas que têm em comum.

Isso é gratidão, amor, altruísmo...

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No famoso conto de O. Henry, O presente dos magos , uma jovem esposa tem apenas 1,87 dólares para comprar um presente para o marido, e o Natal é no dia seguinte. Ela decide impulsivamente vender seu cabelo longo e abundante para ter como comprar uma corrente para o estimado relógio de ouro dele. Naquele exato momento ele está vendendo o relógio para comprar um presente para ela: escovas especiais para o seu belíssimo cabelo. (Extraído de "O evangelho maltrapilho", Brennan Manning, pág. 122 - Ed. Mundo cristão)

A essência da confiança bíblica.

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Um certo sacerdote das Bahamas conta uma história que captura a essência da confiança bíblica. "Uma casa de dois andares estava pegando fogo. A família - pai, mãe, vários filhos - estava saindo quando o menino mais novo ficou aterrorizado, fugiu de sua mãe e subiu correndo as escadas. Ele de repente apareceu numa janela do andar superior, chorando como louco em meio à fumaça. Seu pai, do lado de fora, gritava: "Pule, filho, pule! Eu pego você". O menino gritou: "Mas, papai, eu não consigo ver o senhor". "Eu sei, disse o pai, mas eu estou vendo você". (Walter J. Burghardt - Tell the next generation, pág. 43 - citado em " O evangelho maltrapilho " pág. 121-122, Ed. Mundo cristão)

Ser cristão.

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Um cristão triste é um cristão falsificado, e um cristão culpado não é cristão coisíssima nenhuma. Arcebispo Joe Reia, citado em o "Evangelho maltrapilho", pág. 119 - Editora Mundo cristão.

Disse Jesus: Eu não me lembro.

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Talvez você já tenha ouvido esta história: há quatro anos, numa grande cidade do extremo oeste, começaram a correr os rumores de que certa mulher católica estava tendo visões de Jesus. Os relatos chegaram ao arcebispo. Ele decidiu verificar. Existe sempre uma linha tênue entre o místico autêntico e a extremidade fanática. - É verdade, minha senhora, que a senhora tem visões de Jesus - perguntou o clérigo. - É - respondeu singelamente a mulher. - Então, na próxima vez que a senhora tiver uma visão, quero que peça que Jesus lhe conte os pecados que confessei na minha última confissão. A mulher ficou perplexa. - Estou ouvindo direito, bispo? O senhor quer mesmo que eu peça a Jesus que me conte os pecados do seu passado? - Exatamente. Por favor, ligue-me se alguma coisa acontecer. Dez dias depois a mulher informou o seu líder espiritual da aparição mais recente. - Por favor, venha - disse ela. Uma hora depois o bispo havia chegado. Ele olhou-a nos olhos. - A senhora acaba de me dizer ao te...

Verdade - Carlos Drummond de Andrade

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A porta da verdade estava aberta, mas só deixava passar meia pessoa de cada vez. Assim não era possível atingir toda a verdade, porque a meia pessoa que entrava só trazia o perfil de meia verdade. E sua segunda metade voltava igualmente com meio perfil. E os meios perfis não coincidiam. Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta. Chegaram ao lugar luminoso onde a verdade esplendia seus fogos. Era dividida em metades diferentes uma da outra. Chegou-se a discutir qual a metade mais bela. Nenhuma das duas era totalmente bela. E carecia optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia.

Procura-se um novo Elias.

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Weslei Odair Orlandi A história está cheia de reprises. Aliás, Eclesiastes 1:9-10 diz que “o que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; de modo que nada há de novo debaixo do sol. Há alguma coisa que se possa dizer isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós”. Digo isto porque os fatos históricos e a vida de Elias estão totalmente relacionados com aquilo que vivemos hoje em nossa nação. Primeiro há a crise social e política. Em seguida vem a crise moral, a crise institucional, a crise religiosa e o problema da idolatria. Tudo isto viveu Elias. Tudo isso vivemos nós. Elias não foi um homem de vida fácil, confortável e popular. Com uma mensagem profética franca, direta e denunciatória reuniu ao longo dos anos muitos inimigos. Seus dias não foram atemporais ou desconectados da história. Há uma semelhança estonteante entre eles e nós. Até parece que o tempo parou o que me faz pensar que precisamos de um novo Elias para essa geração; um ho...

2009 - leituras que (timidamente) fiz até agora.

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Weslei Odair Orlandi Lamento a insanidade de não ter priorizado mais cada segundo de 2009. O ano já está nos seus finalmentes e eu ainda li tão pouco. Preciso melhorar. Libertar-me da incompetência de administrar tão mau esses frágeis e ligeiros dias que me têm sido dados. Prometo arrojar-me mais. Viver mais. Ler mais. Descobrir e aventurar-me mais no mundo das ideias. Prometo ir para mais perto de Deus. " Quem lê capta, ainda que em narrativas fictícias, a imensidão humana " - Ricardo Gondim. Eis, o que li: 1. A cabana - William P. Young (Sextante) 2. A águia e a galinha - Leonardo Boff (Vozes) 3. A batalha de todo homem - Stephen Arterburn & Fred Stoeker (Mundo Cristão) 4. Tempus Fugit - Rubem Alves (Paulus) 5. Os miseráveis (vl.1) - Victor Hugo (Martins Fontes) 6. Decepcionado com Deus - Philip Yancey (Mundo Cristão) 7. Confissões de um pastor - Craig Groeschel (Mundo Cristão) 8. Direto ao ponto - Ricardo Gondim (Doxa) 9. Feridos em nome de Deus - Marilia de Camargo C...

Dar: o privilégio dos privilégios

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Todo homem que te procura vai pedir-te alguma coisa; o rico aborrecido, a amenidade da tua conversa; o pobre, o teu dinheiro; o triste, um consolo; o débil, um estímulo; o que luta, uma ajuda moral. Todo homem que te busca certamente há de pedir-te alguma coisa. E ousas impacientar-te! Infeliz! A lei oculta, que reparte misteriosamente as excelências, dignou-se outorgar-te o privilégio dos privilégios, o bem dos bens, a prerrogativa das prerrogativas: dar. Tu podes dar! Deverias cair de joelhos e dizer: Graças, meu Deus, porque posso dar! Nunca mais passará por meu semblante uma sombra de impaciência. "Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber" - Palavras do Senhor Jesus (Atos 20:35) (Ricardo Gondim em " Eu creio, mas tenho dúvidas " citando Amado Nervo, poeta mexicano, pág. 92, Ed. Ultimato)

Ladainha - Lourenço Diaféria

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"Dizem que vai faltar o açúcar, todo mundo corre a procurar o doce. Dizem que vai faltar o óleo, todo mundo corre a procurar a fritura. Dizem que vai faltar o trigo, todo mundo corre a procurar a broa. Dizem que vai faltar o fubá, todo mundo corre a procurar o angu. Dizem que vai faltar o ferro, todo mundo corre a procurar a treliça. Dizem que vai faltar o cimento, todo mundo corre a procurar o concreto. Dizem que vai faltar a água, todo mundo corre a procurar o balde. Dizem que vai faltar o sarilho, todo mundo corre a procurar o poço. Dizem que vai faltar o vinagre, todo mundo corre a procurar o vinho. Dizem que vai faltar a luz, todo mundo corre a procurar a vela. Dizem que vai faltar a carne, todo mundo corre a procurar o bife. Dizem que vai faltar o orégano, todo mundo corre a procurar a pizza. Dizem que vai faltar a galinha, todo mundo mundo corre a procurar a canja. Dizem que vai faltar o peixe, todo mundo corre a procurar a moqueca. Dizem que vai ...

Deus usa os fracos.

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Estou convencido de que se Deus quisesse fazer a obra por outros meios e outros modos não teria chamado Abraão, mas Faraó; não teria começado com um povo insignificante, mas com um povo que sabia construir pirâmides. A história do povo de Deus é a história daqueles que não têm história na História da civilização. Ela só é história para nós, povo de Deus. Vá até a Síria e veja se lá há alguma coisa escrita sobre os profetas de Israel. Você sofrerá uma grande decepção. Faça o mesmo no Egito, na Assíria, e em todo o mundo antigo. Faça isso em relação àquele que rachou a História no meio (Jesus) e você verá que as poucas referências históricas à sua pessoa (extrabíblicas) são razoavelmente insignificantes. Neste ponto estamos diante do fato de que o povo de Deus só tem história no curso futuro da História, nunca na sua contemporaneidade. O que se deu com os profetas dá-se também com o povo de Deus. Para ambos, a História só os reconhece quando já foram. Sendo assim, eles não sabem que fize...

Eu falo é da vida.

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Alguém diz que escrevo demais sobre a morte. (...) Nem é da morte que falo quando escrevo a palavra "morte": falo da vida, que um dia será declarada irreversível e irrevogável, com tudo o que fizemos e deixamos de fazer até a hora daquela enigmática visita: desde o nosso primeiro grito ao chamado último suspiro. (Lya Luft em " Pensar é transgredir ", pág. 121-123 - Ed. Record)

Três dias para não esquecer.

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Weslei Odair Orlandi Sexta-feira : a vida não é justa. Esse é o momento da cruz, da entrega, da tragédia, da dor e do sofrimento. CRUZ, MALDITA CRUZ, ENTARDECER. Sábado : a vida em silêncio, expectativa, frustração. É o som sepulcral, das pedras que se interpõem. É o reinado sombrio da incerteza. SEPULTURA, DESILUSÃO. Domingo : a vida reconduzida por Deus ao seu devido lugar. RESSURREIÇÃO, TRIUNFO. Não é bom nos olvidarmos dessa roda viva. Todos nós, mais cedo ou mais tarde, vamos viver nossa sexta-feira particular, nosso sábado de solidão e (Aleluia!!!!) nosso domingo de triunfo. A crucificação, sepultura e ressurreição de Jesus revelou que tipo de mundo e de vida nós temos.

Você precisa saber disso.

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Weslei Odair Orlandi De vez em quando meu filho mais velho quer saber algumas coisas sem respostas sobre Deus. Na mente dele ainda não cabe a idéia de que Ele (Deus) nunca nasceu, de que nunca teve um começo, ou de que Ele pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, fazendo coisas diferentes e etc. Mas não são apenas as crianças que fazem essas perguntas. Alguns adultos também acham impossível que Deus sendo tão grande esteja preocupado com coisas pequenas, ou que sendo tão ocupado possa interessar-se por cada um de nós. Não podemos tentar compreender Deus com medidas de compreensão humana na tentativa de nos decidirmos se vamos crer nele ou não. Deus não pode ser explicado nem dimensionado. Se você é daqueles que perguntam “como é que um Deus tão ocupado pode se interessar por mim?” ou “como é que Deus – Aquele mesmo que criou e cuida de Antares, a estrela gigante que se colocada no lugar do sol a uma distância de 150 milhões de quilômetr...

Grandes perguntas - o abridor de latas da consciência.

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(...) A maioria das grandes descobertas e revelações caras à nossa sociedade foi produto de perguntas. (...) Perguntas são a única forma de chegar lá - do outro lado do desconhecido. Por que fazer uma grande pergunta? Perguntar é um convite à aventura, a uma viagem de descobrimento. Partir para uma nova aventura é emocionante; há o profundo encantamento da liberdade, a liberdade de explorar um território novo. Então, por que não fazemos essas perguntas? Perguntar abre a porta para o caos, o desconhecido e o imprevisível. No momento em que fazemos uma pergunta cuja resposta desconhecemos, despertamos para todas as possibilidades. Estamos prontos para receber uma resposta que não gostamos ou com a qual não concordamos? E se a resposta nos deixar desconfortáveis ou nos tirar da área de segurança que construímos para nós mesmos? E se a resposta não for o que desejamos ouvir? Para fazer uma pergunta não é preciso força; é preciso coragem. Uma grande pergunta é isso: algo que pode mudar a di...